
POROROCAS & PERERÊS
Quando o idiota da obesidade viu o nome do Chico Buarque de Hollanda na internet apoiando o casal Capiberibe, ele pirou o cabeção!
Talvez o leitor de Vanguarda se lembre quando trouxemos na capa da edição nº 8 a foto ilustrando chamada de reportagem especial que escrevi sobre a trajetória de Capiberibe – partindo da clandestinidade para o exílio, passando pelo governo, até chegar ao nebuloso episódio da cassação. E a edição deu o que falar. Deu o que falar por uns e me causando algumas inesperadas dores de cabeça por outros. Nem vou me ater aqui ao que penei injustamente por isso. A Luciana Capiberibe sabe desse castigo injusto e precipitado a que me refiro. Mas, como diz o compositor popular: Melhor é deixar pra trás...
Só não posso deixar pra trás as cretinices e as mentiras semeadas por gente como o jornalista tucuju e idiota da obesidade Renivaldo Costa. Entenda: “obesidade” aqui é uma metáfora apenas, não se trata – honestamente – de nenhum preconceito com os excessos da jovem (e ele se acha) bichoooooooooona inflada!
E as mentiras – principalmente – atravessaram esses anos todos incólumes, sem nunca receber até hoje resposta de ninguém. Por indiferença de seus leitores ou simplesmente por que eles não existem? Confesso que, também, quando leio alguma coisa sem querer desse pseudo-intelectual de miolo duro, contrariando a teoria de Descartes, penso que não existo. E quando o ouço (claro, demasiadamente sem querer!), que morri e que o Senhor das Esferas, por castigo, me mandou pros quintos dos infernos – ou pr’aquela coisa do rádio e da TV que bem merecia se chamar Me dá um dinheiro aí senão eu te detono.
Quando o idiota da obesidade viu o nome do Chico Buarque de Hollanda na internet apoiando o casal Capiberibe – pra usar uma gíria bem macapaense da atualidade –, ele pirou o cabeção! E, em seguida, maquiavelicamente, articulou uma farsa pra justificar o artigo que viria a escrever e publicar em jornal, dias depois, contestando, na maior cara-de-pau, a veracidade da assinatura do Chico. No artigo, entre outras obesidades, dizia que, mesmo com implacável oposição ao senador, tinha encontrado o seu próprio nome na lista do abaixo-assinado, para propagar (como propagou) aos quatro ventos que aquilo não passava de armação. Não adiantou. Vanguarda veio em seguida trazendo a foto do célebre compositor de Construção na capa. Nesse período eu namorava uma acadêmica de Ciências Sociais da Faculdade de Macapá (FAMA), onde ele estudava também à noite, e ali soube, por uma professora, da campanha difamatória que ele desencadeou contra a minha revista, enciumado, naturalmente, sobretudo com o Chico – o ídolo de olhos cor de ardósia – na capa de Vanguarda, solidário e abraçado ao casal socialista. Diz-se que – aproveitando uma expressão do Caetano – a boneca travada (e inflada) gritava enlouquecida pelos corredores: “Essa foto é uma montagem!”. Mas a “montagem” não colou.
Um ano depois, Janete Capiberibe voltou à Câmara Federal – para indignação maior de seus opositores – com o dobro dos votos do mandato anterior e como a parlamentar mais bem votada do Brasil, proporcionalmente. E de olho no ano que vem o marido Capiberibe se movimenta e começa a emitir sinais de que inicia os trabalhos para a retomada nas urnas de seu mandato de senador, outorgado pelo povo, e que também lhe foi arrancado pelo mesmo processo espúrio. Claro que as forças oligárquicas que atuaram nesse processo vão estar aí de novo, unidas e coesas, na tentativa de impedir que isso aconteça. Mas, enquanto 2010 não chega trazendo as eleições, o tempo não pára: Chico Buarque lança o livro Leite derramado, Caetano Veloso sai em turnê pelo Brasil divulgando o CD zii e zie, a guerreira Janete mostra o poder da mulher amazônica no Congresso Nacional, Capi vê o seu projeto Transparência aprovado na Câmara e sancionado pelo presidente Lula, e Vanguarda prepara sua explosiva edição 14 – É PROIBIDO PROIBIR 1968/1969 – para ser lançada em junho, quando o editor aqui faz aniversário.
E o idiota da obesidade como é que fica? – perguntaria inconscientemente o leitor mais antenado. Ora, olha ele ali... postado no trono como âncora daquela coisa, e, de quando em vez, boiando... olha lá... naquelas ondas sonoras e turvas de coliformes fecais (foda-se!), entre insetos nocivos e insanos zanzando, zanzando...
Só não posso deixar pra trás as cretinices e as mentiras semeadas por gente como o jornalista tucuju e idiota da obesidade Renivaldo Costa. Entenda: “obesidade” aqui é uma metáfora apenas, não se trata – honestamente – de nenhum preconceito com os excessos da jovem (e ele se acha) bichoooooooooona inflada!
E as mentiras – principalmente – atravessaram esses anos todos incólumes, sem nunca receber até hoje resposta de ninguém. Por indiferença de seus leitores ou simplesmente por que eles não existem? Confesso que, também, quando leio alguma coisa sem querer desse pseudo-intelectual de miolo duro, contrariando a teoria de Descartes, penso que não existo. E quando o ouço (claro, demasiadamente sem querer!), que morri e que o Senhor das Esferas, por castigo, me mandou pros quintos dos infernos – ou pr’aquela coisa do rádio e da TV que bem merecia se chamar Me dá um dinheiro aí senão eu te detono.
Quando o idiota da obesidade viu o nome do Chico Buarque de Hollanda na internet apoiando o casal Capiberibe – pra usar uma gíria bem macapaense da atualidade –, ele pirou o cabeção! E, em seguida, maquiavelicamente, articulou uma farsa pra justificar o artigo que viria a escrever e publicar em jornal, dias depois, contestando, na maior cara-de-pau, a veracidade da assinatura do Chico. No artigo, entre outras obesidades, dizia que, mesmo com implacável oposição ao senador, tinha encontrado o seu próprio nome na lista do abaixo-assinado, para propagar (como propagou) aos quatro ventos que aquilo não passava de armação. Não adiantou. Vanguarda veio em seguida trazendo a foto do célebre compositor de Construção na capa. Nesse período eu namorava uma acadêmica de Ciências Sociais da Faculdade de Macapá (FAMA), onde ele estudava também à noite, e ali soube, por uma professora, da campanha difamatória que ele desencadeou contra a minha revista, enciumado, naturalmente, sobretudo com o Chico – o ídolo de olhos cor de ardósia – na capa de Vanguarda, solidário e abraçado ao casal socialista. Diz-se que – aproveitando uma expressão do Caetano – a boneca travada (e inflada) gritava enlouquecida pelos corredores: “Essa foto é uma montagem!”. Mas a “montagem” não colou.
Um ano depois, Janete Capiberibe voltou à Câmara Federal – para indignação maior de seus opositores – com o dobro dos votos do mandato anterior e como a parlamentar mais bem votada do Brasil, proporcionalmente. E de olho no ano que vem o marido Capiberibe se movimenta e começa a emitir sinais de que inicia os trabalhos para a retomada nas urnas de seu mandato de senador, outorgado pelo povo, e que também lhe foi arrancado pelo mesmo processo espúrio. Claro que as forças oligárquicas que atuaram nesse processo vão estar aí de novo, unidas e coesas, na tentativa de impedir que isso aconteça. Mas, enquanto 2010 não chega trazendo as eleições, o tempo não pára: Chico Buarque lança o livro Leite derramado, Caetano Veloso sai em turnê pelo Brasil divulgando o CD zii e zie, a guerreira Janete mostra o poder da mulher amazônica no Congresso Nacional, Capi vê o seu projeto Transparência aprovado na Câmara e sancionado pelo presidente Lula, e Vanguarda prepara sua explosiva edição 14 – É PROIBIDO PROIBIR 1968/1969 – para ser lançada em junho, quando o editor aqui faz aniversário.
E o idiota da obesidade como é que fica? – perguntaria inconscientemente o leitor mais antenado. Ora, olha ele ali... postado no trono como âncora daquela coisa, e, de quando em vez, boiando... olha lá... naquelas ondas sonoras e turvas de coliformes fecais (foda-se!), entre insetos nocivos e insanos zanzando, zanzando...