sábado, 3 de setembro de 2011

NAVEGAR É PRECISO...


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Estamos em fase de construção do site Navegando na Vanguarda. Em breve anunciaremos aqui o novo endereço eletrônico. Antes, porém, vamos postar algumas notícias do que anda rolando por aí, como, por exemplo, o projeto Navegando na Vanguarda nas escadarias do Teatro das Bacabeiras, onde homenageamos o inesquecível cineasta baiano Glauber Rocha - em 22 de agosto próximo passado, ele fez 30 anos de morte. Houve amostra no telão do Teatro das Bacabeiras, no Museu da Imagem e do Som, no Univercinema e no Cine Paraíso. O grande Glauber, durante toda uma semana, esteve mais vivo do que nunca. Na terça-feira 23, nas escadarias do TB, fizemos a Tropicália na Linha do Equador. Deu gente à beça lá e... vamos que vamos... porque vem mais por aí. O Cinema de Glauber Falado de Novo falou - e como falou! - alto na linha do Equador.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

OS ARGONAUTAS

Caetano Veloso

O Barco
Meu coração não aguenta
Tanta tormenta, alegria
Meu coração não contenta
O dia, o marco, meu coração
O porto, não

Navegar é preciso
Viver não é preciso

O Barco
Noite no teu, tão bonito
Sorriso solto perdido
Horizonte, madrugada
O riso, o arco da madrugada
O porto, nada

Navegar é preciso
Viver não é preciso

O Barco
O automóvel brilhante
O trilho solto, o barulho
Do meu dente em tua veia
O sangue, o charco, barulho lento
O porto, silêncio

Navegar é preciso
Viver não é preciso...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

PRODUÇÃO CULTURAL NO BRASIL


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As entrevistas (101 no total) mais longas com produtores culturais brasileiros, já estão postadas no site oficial do projeto e podem ser baixadas na íntegra. Acesse:
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www.producaocultural.org.br


segunda-feira, 25 de abril de 2011

O QUE VEM POR AÍ...


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VI ALDEIA DE ARTES SESC
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FLICTS - Ziraldo
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LUÍS MELODIA + FELIPE CORDEIRO + JULIELE
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ZEZÉ MOTTA
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Só tô lhe contando que é pra lhe dar água na boca...

domingo, 24 de abril de 2011

O PAI E A FAMA


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Tem cada coisa que a gente lê nessa vida que puxa!... Refiro-me a coisas legais, incríveis. No amanhecer deste domingo à procura de um bom "passatempo” pra passar as horas, e ouvindo os discos do Chico Buarque de Hollanda, da coleção Abril Cultural que completei esta semana, encontrei no livreto do álbum o depoimento do pai, Sérgio Buarque de Hollanda, quando Chico, em fins dos anos 1960, despontava no estrelato. Olha só o que o grande historiador Sérgio escreveu sobre ele e que foi publicado no jornal Folha de São Paulo em 19 de outubro de 1968:

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“O sucesso veio de repente, sem que ninguém esperasse. Recebi a notícia de que Chico tinha ganho o Festival de Música Popular Brasileira com A Banda, quando estava em Nova York. Um jornal norte-americano publicou a notícia. Claro que me senti muito orgulhoso. Cheguei à conclusão – o que uma revista publicou na época – de que, antes, ele era meu filho. E, depois do festival, eu passei a ser o pai dele. Não há posição melhor. Têm surgido boatos por aí de que eu componho as músicas para ele. Mas, meu Deus, quem sou eu para ter tanto talento? Se eu soubesse escrever músicas como ele, há muito tempo não seria eu mesmo, mas Chico Buarque de Hollanda. (...) Eu sei o que eu estou falando. Sou seu pai há 23 nos.”

sábado, 23 de abril de 2011

TEATRO DE VANGUARDA


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SEM DIZER ADEUS - MONÓLOGO

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Lulih Rojanski

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A Quimera Cia. de Teatro, em parceria com o Movimento Cultural Desclassificáveis, apresenta no Teatro Porão, do Sesc Araxá, o monólogo Sem Dizer Adeus, como parte da programação Vamos Comer Teatro, realizada anualmente pelo Sesc.

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O monólogo, concebido e interpretado pela atriz Rosa Rente, é o relato da dor de uma mulher que viveu todas as loucuras de um intenso e profundo amor e foi abandonada por seu amado. A personagem mergulha no sofrimento e traz à tona os mais íntimos sentimentos vividos ou reprimidos na alma feminina.

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O texto, composto a partir de pesquisa em textos de Ferreira Gullar, Florbela Espanca, Torquato Neto, Arnaldo Jabor e Herbert Emanuel, tem a capacidade de envolver o espectador num clima de múltiplos sentimentos, até a solidariedade com a solidão da personagem.

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O monólogo Sem Dizer Adeus tem 40 minutos de duração e já foi apresentado durante a programação Aldeia de Artes Sesc, em sua edição de 2010, com excelente público.

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As apresentações do monólogo se seguem por todo o mês de abril, sempre às sextas e sábados, às 20 horas, com ingressos a 10 reais (5 reais para estudantes). A direção e a produção são de Paulo Alfaia.

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Mais informações: 8141-1070